Ponte Móvel de Leixões já vai abrir no dia 30
July 30th, 2007 by wilsonPonte Móvel de Leixões já vai abrir no dia 30
Através de comunicação oficial da APDL - Administração dos Portos do Douro e Leixões, S.A ficou-se a saber que, finalmente, a ponte móvel do Porto de Leixões será aberta ao tráfego no próximo dia 30, pelas 15 horas.
Termina, assim, a ansiedade que estava a existir entre a população, não só aquela que costuma usar pedonalmente a ponte, mas sim também o trânsito automóvel e que estava afectar toda a zona comercial, especialmente a marginal leceira, dado que era necessário fazer mais uns quilómetros para alcançar aquelas paragens.
Valeu para os peões o serviço impecável de transportes (grátis) montado com em colaboração com a STCP, o qual durante mais de seis meses funcionou com óptimos resultados.
A nova ponte, que significa um investimento de 14 milhões de euros, possui um vão de 92 m de comprimento, o que faz dela a quarta maior ponte basculante do mundo. A sua construção permitiu o alargamento simultâneo do canal navegável de 59 m para 77,5 m, aumentando significativamente a capacidade do Porto de Leixões e tornando possível a entrada de navios de maiores dimensões. A leveza desta estrutura e o inovador sistema hidráulico facilitam a sua abertura e fecho, melhorando o tráfego e reduzindo o tempo de espera entre as duas margens do Rio Leça.
Com a nova ponte móvel, verifica-se uma maior comodidade para o trânsito pedonal, uma maior fluidez do tráfego rodoviário, a possibilidade de atravessamento por Minibus de transporte público de passageiros e uma menor frequência de abertura, devido ao calado aéreo, que, sendo mais elevado, permite a passagem de algumas embarcações que obrigavam a abertura da anterior ponte.
Esta obra, conjuntamente com a empreitada de Estabelecimento da Bacia de Rotação e do Canal de Acesso à Doca nº4 para fundos a -12, cuja conclusão está prevista para o final deste ano, integra o projecto de melhoria das acessibilidades marítimas previsto no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Porto de Leixões, o que permitirá aumentar significativamente a capacidade de resposta e competitividade do Porto de Leixões, uma vez que proporcionará o acesso a navios de maiores dimensões, como é o caso dos panamax.
Face às suas características e funcionalidades, a entrada ao serviço desta nova infra-estrutura não deixará de se reflectir positivamente no Porto de Leixões, na cidade e na sua envolvente.
Leceiros frustrados
Os acessos à ponte estão muito mal
O anúncio está feito: a nova ponte móvel entra em funcionamento no próximo dia 30. Praticamente dois meses após o tempo inicialmente previsto. UM atraso que é perfeitamente aceitável e não é a causa deste apontamento, que nos foi sugerido por um grupo de leceiros.
Trata-se, como é natural, dos acessos à nova ponte, sobretudo do lado de Leça da Palmeira, onde também há largos meses está em regime de auscultação um novo sentido de trânsito. E a triste realidade é que a ponte vai entrar em funcionamento, o trânsito vai obviamente aumentar e o sistema de movimento de viaturas tudo continuará como dantes, pois não é de admitir que numa escassa semana algo se possa alterar.
Afirma-se que os jardins centrais da rua de Hintze Ribeiro irão ter outra configuração, mas tudo irá continuar, certamente, comas barreiras que, ao fim de semana, os meninos e as meninas do calor da noite
se divertem de madrugada a alterar. Por outro lado, na Avenida dr. Fernando Aroso, nos primeiros tempos tudo correu bem, mas agora, sobretudo à noite, já há quem faça o sentido norte sul, sem fazer o desvio para Hintze Ribeiro e só não houve ainda um desastre porque os santos tem estado atentos…
Por outro lado, o ajardinamento nos acessos à ponte, nos espaços que foram destruídos, dão um mau aspecto, quando não era difícil que, na altura da inauguração já estivessem ajardinadas, passadeiras reparadas e um abrigo da STCP, debaixo da ponte instalado. Agora ficar tudo com ar de estaleiro, não se percebe numa cidade bonita.
Há uma certa frustração na população leceira por não verem alindados os referidos acessos e ordem no trânsito automóvel. Continuam naquela local as barreiras amovíveis num eterno “deixa ver” sem solução. E como vamos ficar de estacionamentos?
Fica aqui o reparo à Câmara Municipal e até à Junta de Freguesia.














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